1º Congreso Internacional de Medicina Crítica en Internet
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ABSTRACT
Nº 00135MJ
 

PANEL DE DISCUSIÓN

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Equivalencia de horarios:

  • Hora europea continental: GMT+1 (invierno) 
  • Islas Canarias, Portugal, Reino Unido e Irlanda: GMT (invierno) 
  • México: GMT-6 (invierno) 
  • R.Dominicana: GMT-6 
  • Colombia: GMT-6 
  • Argentina: GMT-4 
  • Uruguay: GMT-4 
  • Chile: GMT-5 
  • Ecuador: GMT-5 
  • Brasil: GMT-4 
En los paises que tienen cambio de horario estacional, debe añadirse una hora en el verano del hemisferio norte. 
Del 1 de Noviembre al 15 de Diciembre

RESUMO
Nº 00135MJ
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PANEL DE DISCUSIÓN
 

DÍA 18 PARA 25 DE NOVEMBR0 DE 1.999

TÍTULO : 

AVALIAÇÃO DA VOLEMIA EM PACIENTES CRÍTICOS SUBMETIDOS A MONITORIZAÇÃO HEMODINÂMICA INVASIVA
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AUTORES:

Japiassú A.M. 
Garcia R.A.
 

AUTOR PRINCIPAL:
André Miguel Japiassú

Centro de Tratamento Intensivo
Hospital Universitário Clementino Fraga Filho
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Av. Brigadeiro Trompowski s/n 13 andar
Ilha do Fundão – Rio de Janeiro – RJ
Brasil
CEP 21949-900
Tel. +55212888127
e-mail : gjapiass@unysis.com.br / andrezaap@yahoo.com 

PATROCÍNIO: Nenhum

AVALIAÇÃO DA VOLEMIA EM PACIENTES CRÍTICOS SUBMETIDOS A MONITORIZAÇÃO HEMODINÂMICA INVASIVA
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Introdução:
A reposição volêmica é fundamental na fase inicial do choque séptico e deve ser iniciada o mais precocemente possível. No entanto, muitas vezes esta reanimação é feita de forma insuficiente até que o paciente seja submetido à monitorização hemodinâmica invasiva (MHI). Em função disto, procuramos estudar neste trabalho qual a volemia inicial de pacientes submetidos à MHI, qual a frequência de uso de aminas vasopressoras em pacientes ainda hipovolêmicos, e qual o valor de pressão de oclusão de artéria pulmonar (POAP) que induz o médico assistente a aumentar a reposição volêmica no paciente séptico.

Métodos: 
foram estudados retrospectivamente 29 pacientes consecutivos, submetidos a MHI, internados no CTI do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (UFRJ), entre Maio de 1998 e Julho de 1999.

Resultados: 
a principal indicação de MHI foi sepse (n=23). Outras indicações foram : insuficiência cardíaca (n=3), embolia pulmonar (n=1) e choque hipovolêmico(n=1). Um paciente foi excluído por falta de dados. Dentre os pacientes sépticos, 8 (34%) tinham também diagnóstico clínico e funcional de Síndrome de Angústia Respiratória Aguda (SARA). No grupo de pacientes com sepse, sem SARA, 12 (80%) receberam aumento na reposição volêmica após a MHI. Nenhum paciente com SARA recebeu aumento na infusão de líquidos. O valor de POAP foi semelhante nos pacientes que receberam mais volume (11±4) e nos que mantiveram a mesma taxa de infusão de líquidos (13±4), p=0.4. Dentre os pacientes em uso de aminas, 12 (59%) foram considerados hipovolêmicos e receberam mais líquidos.

Conclusões: 
a) nenhum paciente com SARA recebeu aumento na infusão de líquidos em função dos dados da MHI, ao passo que 80% dos pacientes com sepse mas sem SARA tiveram reposição volêmica aumentada; 
b) a maioria de pacientes em uso de aminas vasopressoras foi considerada hipovolêmica; c) a reposição volêmica foi feita independentemente do valor de POAP no grupo estudado.

Bibliografia: 
1. Irwin R., Rippe J., “Intensive Care Medicine”. 1999, Fourth Edition. 2.Vários, “Pulmonary Artery Catheter Consensus Conference: Consensus Statement.” New Horiz. 1997, 5:175.
 

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