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ABSTRACT
Nº 00145JR
 

PANEL DE DISCUSIÓN

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Equivalencia de horarios:

  • Hora europea continental: GMT+1 (invierno) 
  • Islas Canarias, Portugal, Reino Unido e Irlanda: GMT (invierno) 
  • México: GMT-6 (invierno) 
  • R.Dominicana: GMT-6 
  • Colombia: GMT-6 
  • Argentina: GMT-4 
  • Uruguay: GMT-4 
  • Chile: GMT-5 
  • Ecuador: GMT-5 
  • Brasil: GMT-4 
En los paises que tienen cambio de horario estacional, debe añadirse una hora en el verano del hemisferio norte. 
Del 1 de Noviembre al 15 de Diciembre

ABSTRACT 
Nº 00145JR
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PANEL DE DISCUSIÓN

Discusión:

DÍA 22 A 29 DE NOVEMBR0 DE 1.999
 

TÍTULO

COMPARAÇÃO DO DESEMPENHO DO MODELO PROGNÓSTICO APACHE II EM DUAS UNIDADES EM UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO. 
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AUTORES:

José Rodolfo Rocco
André Miguel Japiassú

AUTOR PRINCIPAL:
Prof. José Rodolfo Rocco, MD, PhD
Centro de Terapia Intensiva
Hospital Universitário Clementino Fraga Filho 
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Av. Brigadeiro Trompowsky s/n 13 andar
Ilha do Fundão - CEP 21949-900
Rio de Janeiro - RJ - Brazil

TELEFONES: +5521 3859532 / +5521 4317301
FAX: +5521 3254579
E-mail: jrrocco@openlink.com.br
 

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COMPARAÇÃO DO DESEMPENHO DO MODELO PROGNÓSTICO APACHE II EM DUAS UNIDADES EM UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO.
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Introdução: 
Os escores prognósticos já são rotineiramente coletados em terapia intensiva. O presente estudo visa validar o modelo prognóstico APACHE II na Unidade de Terapia Semi-Intensiva (UTSI) pós-operatória (período de maio/97 a janeiro/99) e no Centro de Tratamento Intensivo (CTI) (período de abril/98 a agosto/99) do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho da Universidade Federal do Rio de Janeiro. 

Material e Métodos: 
Foi realizado coorte prospectivo, sendo coletadas variáveis demográficas, diagnósticos, evolução hospitalar e os dados clínicos e laboratoriais necessários para computar o modelo prognóstico APACHE II. A discriminação do modelo prognóstico foi avaliada através dos cálculos de sensibilidade, especificidade e acurácia, utilizando-se o ponto de corte de 50% e da área sob a curva ROC. A calibração foi avaliada graficamente e através do teste goodness-of-fit. 

Resultados: 
Foram avaliados 564 pacientes na UTSI de 4 leitos e 518 no CTI de 8 leitos. Os pacientes da UTSI eram mais idosos (57,8 ± 16,9 x 50,9 ± 20,2 anos - p<0,0001), ficaram menos tempo internados (3,13  ± 4,87 x 5,74  ± 8,29 dias - p<0,0001), foram internados em pós-operatório imediato mais vezes (93,05% (482/564) x 66,40% (344/518) - p<0,0001), apresentavam mais diagnóstico de neoplasia (42,90% (242/564) x 28,95% (150/518) - p<0,0001) e infecções (51,59% (291/564) x 44,40% (230/518) - p<0,05) que os do CTI. A letalidade observada na UTSI foi de 23,0% (130/564) e no CTI de 25,8% (134/518). O número de pontos do escore APACHE II foi semelhante em ambas unidades (UTSI - 15,6 ± 8,6 x CTI - 15,6 ± 9,3 - p=NS), porém a probabilidade de óbito gerada pelo escore foi maior na UTSI (UTSI - 27,8 ± 26,4% x CTI - 24,5 ± 26% - p<0,05). Assim, a taxa de letalidade padronizada (letalidade observada/prevista pelo modelo APACHE II) foi de 0,82 na UTSI e de 1,05 no CTI. A sensibilidade do modelo APACHE II foi maior na UTSI (UTSI - 62,3 x CTI - 50%); a especificidade foi maior no CTI (UTSI - 90,3 x CTI - 92,9%); a acurácia foi um pouco maior na UTSI (UTSI - 83,8% x CTI - 81,9%). A área sob a curva ROC foi semelhante em ambas unidades (UTSI - 0,8869 ± 0,027 x CTI - 0,8676 ± 0,022). A calibração foi melhor no CTI (UTSI - H=11,73 p=0,16 x CTI - H=6,90 p=0,54). 

Conclusões: 
A despeito das diferenças observadas entre as características dos pacientes internados nas duas Unidades, o modelo prognóstico APACHE II apresentou desempenho semelhante em ambas, com boa discriminação e calibração. Assim, validamos o uso do modelo prognóstico APACHE II em nosso hospital. Cumpre ressaltar, que tal etapa é fundamental antes da adoção de qualquer modelo prognóstico em uma unidade hospitalar.

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